terça-feira, 23 de agosto de 2016

Desenvolvimento Psicomotor na Infância

DESENVOLVIMENTO PSICOMOTOR NA INFÂNCIA

 Professora Me. Vânia de Fátima Matias de Souza

SUMÁRIO 

UNIDADE I 

O PAPEL DO BRINCAR E DO BRINQUEDO NO DESENVOVIMENTO INFANTIL 16
CORPO E MOVIMENTO: CONSTRUINDO A IMAGEM DO CORPO 30
A IMPORTÂNCIA DO MOVIMENTO NO DESENVOLVIMENTO DO SER HUMANO 34 PADRÕES DE MOVIMENTO 37 
A RELAÇÃO ENTRE PSICOMOTRICIDADE E DESENVOLVIMENTO MOTOR 45 
APRENDIZAGEM E DESEMPENHO DAS HABILIDADES MOTORAS 47 
PSICOMOTRICIDADE E MOVIMENTO: AS RELAÇÕES ENTRE COGNIÇÃO, AFETIVIDADE E SOCIALIZAÇÃO 56 
CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO: PENSANDO AS RELAÇÕES ENTRE OS PROCESSOS DE AQUISIÇÃO DA INFORMAÇÃO 58 

UNIDADE II

 A PSICOMOTRICIDADE NA HISTÓRIA 83
 OBJETIVOS DA PSICOMOTRICIDADE 90
 AS ÁREAS DA PSICOMOTRICIDADE 91 
HABILIDADES CONCEITUAIS 96
 HABILIDADES PSICOMOTORAS E O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO 97
 RELAÇÃO ENTRE DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM: ANÁLISES E COMPREENSÃO DE CONCEITOS A PARTIR DA TEORIA PIAGETIANA 98
 TEORIA DE PIAGET: EPISTEMOLOGIA GENÉTICA – O PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO 116

 UNIDADE III 

PROPRIEDADE E EMPRESA RURAL ELEMENTOS CONSTITUINTES DA PSICOMOTRICIDADE 125 
 ESQUEMA CORPORAL 126
 A ORGANIZAÇÃO DO CORPO NO ESPAÇO 129 
DOMINÂNCIA LATERAL 131 
EQUILÍBRIO 133 
A ORGANIZAÇÃO LATERO-ESPACIAL 134 
ORIENTAÇÃO ESPACIAL 135 
ORIENTAÇÃO TEMPORAL 136 
A COORDENAÇÃO DINÂMICA 137 
DESENVOLVIMENTO COGNITIVO: ENTENDENDO A CONSTRUÇÃO DO PENSAMENTO 138 
ESTRATÉGIAS PSICOMOTORAS E CONSEQUÊNCIAS EDUCATIVAS 140
 EXERCÍCIOS PSICOMOTORES 142 
EXERCÍCIOS DE PRÉ-ESCRITA 143 
UNIDADE IV LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA EVOLUÇÃO PSICOMOTORA ATÉ OS TRÊS ANOS DE IDADE 147 
INTRODUÇÃO 147 
CARACTERÍSTICAS PSICOMOTORAS DA CRIANÇA DE ZERO A TRÊS ANOS 147 EVOLUÇÃO PSICOMOTORA DOS TRÊS AOS SEIS ANOS 155
 A EVOLUÇÃO DA MOTRICIDADE GRÁFICA 160 
ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS E CONSEQUÊNCIAS EDUCATIVAS: TEORIAS E EXERCÍCIOS PARA UMA EDUCAÇÃO PSICOMOTRIZ 161 
ESQUEMA CORPORAL 161 
COORDENAÇÃO ÓCULO-MANUAL 163 
COORDENAÇÃO DINÂMICA GERAL 163
 MOTRICIDADE FINA DAS MÃOS E DOS DEDOS 164 
CUIDANDO DAS MÃOS 165
 AMASSANDO A MASSA 165 
ORGANIZAÇÃO E ESTRUTURAÇÃO TEMPORAL 166
 EXERCÍCIO DE ORGANIZAÇÃO E ESTRUTURAÇÃO ESPACIAL 166
 UNIDADE V INTRODUÇÃO AO DIREITO AMBIENTAL PSICOMOTRICIDADE: AÇÃO PREVENTIVA E REEDUCATIVA 171 
A PSICOMOTRICIDADE PODE SER ENTENDIDA A PARTIR DA FILOGÊNESE, ONTOGÊNESE E RETROGÊNESE 174 
FILOGÊNESE 174  
ONTOGÊNESE 174
 RETROGÊNESE 175 
OS TRANSTORNOS PSICOMOTORES DA INFÂNCIA 175
 A IMPORTÂNCIA DA AVALIAÇÃO PSICOMOTORA 181
 CONCLUSÃO 186 REFERÊNCIAS 187


http://www.ead.cesumar.br/moodle2009/lib/ead/arquivosApostilas/1476.pdf

EDUCAÇÃO PSICOMOTORA NOS PEQUENOS GESTOS

Práticas pedagógicas: 


Por Escola Internacional de Goiânia (Educação Infantil, Ensino Fundamental I e II)21.01.2013

INTRODUÇÃO
Nesta discussão percebe-se a necessidade de repensar a prática pedagógica no processo de ensino-aprendizagem, inclusive nos induzindo a conhecer de forma minuciosa o caminho percorrido pelas crianças na construção de sua aprendizagem e seu processo de desenvolvimento, sendo que a psicomotricidade é um fator essencial e indispensável ao desenvolvimento global e uniforme da criança.
Segundo Fonseca (1993), psicomotricidade é a evolução das relações recíprocas, incessantes e permanentes dos fatores neurofisiológicos, psicológicos e sociais que intervêm na interação, elaboração e realização do movimento humano.
No corpo o termo Psicomotricidade, se destaca no correr, pular, atividades corporais amplas e finas como recortar, escrever e outras produções motoras, a psicomotricidade se ocupa do corpo em movimento. No processo de ensino-aprendizagem, a psicomotricidade está articulada com o processo de desenvolvimento, propiciando uma evolução harmônica, um funcionamento psicomotor entre a criança e o meio.
Conforme estudos realizados, a criança, cujo desenvolvimento psicomotor é mal constituído, poderá apresentar problemas na escrita, na leitura, na direção gráfica, na distinção de letras (ex: b/d/p/q), na ordenação de sílabas, no pensamento abstrato (matemática), na análise gramatical, noção espacial, temporal, dentre outras.
Na realidade, muitas dessas dificuldades poderiam ser resolvidas na própria escola, se os profissionais educacionais deixassem de trabalhar de forma tradicional, buscando novas práticas pedagógicas.
Daí a importância de se trabalhar o desenvolvimento psicomotor com a intervenção profissional do Professor de Educação Física e a Pedagoga da Educação Infantil, buscando tecer algumas questões que norteiam a prática pedagógica no processo de ensino-aprendizagem, com a intenção de conhecer de forma minuciosa o caminho percorrido pelas crianças na construção de sua aprendizagem.
Esse trabalho será desenvolvido na forma de revisão bibliográfica, com discussão da prática pedagógica, decorrente do projeto executado na escola Bernardo Guimarães, pois a escola que trabalha com o desenvolvimento psicomotor da criança contribui com o seu aprendizado.
DESENVOLVIMENTO
A educação infantil, tem como prioridade ajudar a criança a ter uma percepção adequada de si mesma, compreendendo suas possibilidades e limitações reais, para que adquira novas competências motoras. A criança busca experiências em seu próprio corpo, formando conceitos e organizando o esquema corporal.
A abordagem da Psicomotricidade irá permitir a compreensão da forma como a criança toma consciência do seu corpo e das possibilidades de se expressar por meio desse corpo, localizando-se no tempo e no espaço. É necessário que toda criança passe por todas as etapas em seu desenvolvimento.
Diversos profissionais, tais como neuropsiquiatras, psicólogos, fonoaudiólogos têm insistido sobre a importância do desenvolvimento psicomotor durante os três primeiros anos de vida, entendendo que é nesse período o momento mais importante de aquisições significativas a nível físico, emocional e intelectual. Sendo que é importante que as mesmas seja estimuladas, criando uma base psicomotora sólida, na qual outras aprendizagens mais complexas irão se apoiar.
Como se pode notar, a psicomotricidade tem o objetivo de enxergar o ser humano em sua totalidade: corpo (cinestésico), o sujeito (relacional) e a afetividade, buscando na ação motora, estabelecer o equilíbrio. O ser humano, para aprender, precisa sentir, pensar e agir.
Aos três anos as aquisições da criança são, andar, correr, pular, aprender a falar, se expressar, se utilizando de jogos e brincadeiras. Estas aquisições são o fruto da experiência pessoal e são apenas parcialmente, um produto da educação. Estas foram obtidas e são complementadas progressivamente ao tocar, ao apalpar, ao andar, ao cair, ao comparar.
No fim do período sensório-motor, a criança atinge a função simbólica, caracterizada pela imitação diferida, o jogo simbólico, a imagem mental e a linguagem.
No período da inteligência intuitiva, entre os 2 – 7 anos, observamos as seguintes características no pensamento infantil: o egocentrismo, que exclui toda a objetividade, ficando a criança presa às suas percepções, acreditando naquilo que vê. Desta forma, não adianta insistir na pré-escola, para que as crianças deem conta do conhecimento lateral: direita e esquerda.
Até os 7 anos a estruturação do espaço é topológica, percepção carente de tamanho e angulação, tomando como ponto de referência o corpo. Após um período de transição, observamos que, depois dos 7 anos, a criança começa a ter consciência de dimensões, angulações, tamanhos, medidas e projeções.
Com a educação psicomotora a criança adquire o estágio de perfeição motora até o final da infância (7-11 anos), nos seus aspectos neurológicos de maturação, nos planos rítmico e espacial, no plano da palavra e no plano corporal.
Segundo Piaget, direita-esquerda, como noção relativa, passa por três estágios: as dificuldades na escrita vinculados a organização lateral dos traços gráficos, por exemplo, a escrita espelhada e diversos tipos de disgrafias e disortografias, como trocas na leitura e na escrita das letras d, b, q e p.
A maturação e experiência neuromotora passa por diferentes estados, do ato motor à representação mental, graduam-se todos os níveis de relação entre o organismo e o meio. O desenvolvimento é uma constante e progressiva construção com predominância afetiva e cognitiva.
Com a maturação e o desenvolvimento neurológico da criança, todas as informações resultantes de suas experiências ficam registradas no cérebro e se tornam gradativamente especializadas.
Com base neste contexto, percebemos a importância das atividades motoras na educação, pois elas contribuem para o desenvolvimento global das crianças. Entretanto, as crianças passam por fases diferentes uma das outras e cada fase exige atividades adequadas para cada faixa etária.
A psicomotricidade se estrutura em três pilares: o que fazer (emocional), o poder fazer (motor) eo saber fazer (cognitivo). Qualquer desequilíbrio em um desses pilares pode provocar desestruturação no processo de aprendizagem da criança.
O desenvolvimento psicomotor é de suma importância na prevenção de problemas da aprendizagem e na reeducação do tônus, da postura, da direcional idade, da lateralidade e do ritmo.
O corpo surge, portanto, mais uma vez, como componente material do ser humano, no sentido concreto de todo o comportamento sócio-histórico da humanidade. Sendo, um componente espacial e existencial, corticalmente organizado, no qual e a partir do qual o ser humano concentra e dirige todas as suas experiências e vivências.
A Educação Física voltada para a formação psicomotora da criança, pode contribuir, com a organização motora e emocional com uma aprendizagem autônoma, criativa e ativa. Sendo, essa prática favorável, para o trabalho preventivo no processo de desenvolvimento da criança.
O ideal seria que todos os educadores tivessem como alicerce para as suas atividades a psicomotricidade, pois fariam com que as crianças tivessem liberdade de realizar experiência com o corpo, sendo indispensável no desenvolvimento das funções mentais e sociais.
O ambiente lúdico constitui outro aspecto fundamental ao nível da Psicomotricidade, dadas as suas características (ativo, dinâmico, significativo, motivante, construtor) constituindo um facilitador da vivência corporal, da relação, da comunicação e da aprendizagem.
O projeto Movimento e Aprendizagem na Educação Infantil, realizado na Escola Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental Bernardo Guimarães busca realizar sequências de atividades elaboradas juntamente com a pedagoga e o professor de educação física, favorecendo a integração e a socialização das crianças com o grupo, portanto propicia o desenvolvimento tanto psíquico como motor.
Os movimentos, as expressões, os gestos corporais, bem como suas possibilidades de utilização: danças, jogos, esportes e brincadeiras diversas - rolar, balançar, dar cambalhotas, se equilibrar em um só pé, andar para os lados, equilibrar e caminhar sobre uma linha no chão, entre outras.
As atividades ficam integradas, o professor de classe e o professor de educação física, se ocupam do intelectual e o do corpo, para explorar as atividades. Contemplando a importância do aprender em situações lúdicas, mediadas pelo prazer do brincar e da elaboração pessoal do aprendido. Tendo nessa posição cooperativa, a construção da criança, com o corpo e o saber aumentando o seu potencial criativo do seu conhecimento.
No Projeto Movimento e Aprendizagem na Educação Infantil, realizado na
Escola Municipal Bernardo Guimarães, os professores utilizam de alguns exercícios psicomotores, veja abaixo as sugestões:
Atividades para esquema corporal: (mímica, escultura, desenhar, pintar ou montar partes do corpo).
Atividades de coordenação motora global: (andar, rolar, engatinhar, relaxar, correr, chutar bolas).
Coordenação motora fina: (modelar, rasgar, amassar, recortar, colar, pintar).
Atividades de orientação temporal e espacial: (atividades rítmicas, andar de olhos fechados, arremessar e quicar bolas, andar sobre linhas em várias direções, andar entre objetos).
Jogos: de perseguição, funcionais (exercícios de repetição realizados com o próprio corpo, como mexer as mãos, balançar a cabeça ritmadamente, passar objetos de uma mão para a outra), jogos simbólicos (de imitações de objetos, de papéis adultos, de animais).
As contribuições para a aprendizagem quando se trabalha com a psicomotricidade da criança são notáveis, na melhora da organização, nas respostas de estímulos, na atenção, enriquecimento na expressão simbólica, no desenvolvimento rítmico, na integração com o grupo, formulação de hipóteses e cumprimento de regras. Todo o trabalho promove o ajuste da criança em diversas situações que leva a criança a experimentar o conhecimento a partir do seu corpo.
A criança deve viver o seu corpo através de uma motricidade não condicionada, em que os grandes grupos musculares participem e preparem os pequenos músculos. Antes de pegar num lápis, a criança deve ter uma grande utilização da sua mão em contato com inúmeros objetos.
É importante que no trabalho com a Educação Infantil esteja claro que cada criança tem seu ritmo e seu tempo, e isso deve ser respeitado, do mesmo modo que sua cultura também deve ser respeitada.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Conscientizar de que a educação pelo movimento permite à criança resolver mais facilmente os problemas atuais de sua escolaridade e a prepara, para afirmar percepções, desenvolver formas de atenção, explorar a inteligência. As conquistas favorecem novas percepções sensoriais e propiciam novas experiências.
Desta forma a criança vai se descentrando e armando outras possibilidades observadas nas condutas classificatórias, no uso da linguagem, na organização espaço-temporal, nas brincadeiras e na relação com seus pares.
Como a necessidade de fortalecimento da estrutura simbólica das crianças pequenas, mediante atividades de representação, teatrais, com fantoches, histórias dramatizadas e uma multiplicidade de recursos que atualmente vem ocupando espaço nos objetivos curriculares na Educação Infantil, no processo ensino-aprendizagem e sua disponibilidade corporal para armar junto aos alunos situações do brincar que funcionem como mediadores educativos.
Por meio da experiência concreta e do brincar, o ensino será um processo contextualizado e repleto de significados reais e práticos que poderão auxiliar nos processos pedagógicos e nas atividades do cotidiano dessas crianças, tornando-as indivíduos plenos, críticos, criativos e autônomos.
Para tanto desenvolvimento envolve aprendizagem de vários tipos, expandindo e aprofundando a experiência individual e coletiva.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Olhar Psicopedag´gico


Resenha Critica ÉTICA NO PROCESSO EDUCACIONAL- POLÍTICA EDUCACIONA - HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL

                      

     CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA

ÉTICA NO PROCESSO EDUCACIONAL-  POLÍTICA 
EDUCACIONAL
      HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL

 (1500-1759) Brasil Colônia período no qual a educação Jesuítica e a Companhia de Jesus, por Inácio de Loyola, viabiliza aos índios e colonos a implantação de um método educacional humanístico com a Ratio Studiorum.

(1759- 1822) Fato este que perdura até o governo de Marquês de Pombal, com a expulsão dos jesuítas e a implantação de um novo sistema de ensino que deixa de ser jesuítico para ser educacional Laico, onde as aulas agora são régias ou avulsas sem nenhuma inovação importante.

(1822 -1889) As derrotas na educação continuaram no Período Imperial, professores sem formação, salários baixos, protestos, métodos sem qualidade. A Assembleia Constituinte e Legislativa determinou dois artigos importantes em favor da educação no Brasil os quais foram referências neste período.

(1889 – 1930) Na Primeira República a educação permanecia sem uma lei orçamentaria digna e direcionada a educação do povo, reformas educacionais foram realizadas neste período. E ao Ensino Primário foi proposto que apenas os Estados com condições econômicas promovessem alguma mudança no Ensino. Caetano de Campos, em São Paulo.

(1930-1945) No período da Era Vargas foi criado o Ministério da Educação e da Saúde Pública, Reforma do Ensino Secundário e do Ensino Superior (1931), Manifesto dos Pioneiros pela Educação Nova (1932), Constituição Federal de 1934, Projetos da reforma educacional (sociedade civil).

(1946-1964) Com a queda de Getúlio Vargas e a redemocratização a Constituição defende a educação com o direito de todos. E em 1948 e apresentado o anteprojeto pelo Ministro da Educação Clemente Mariano da Lei de Diretrizes e Bases da Educação. O movimento
 Paulo Freire e seus escritos servem de inspiração para a Pedagogia Libertadora.

(1964 - 1984) No Período Militar foi institucionalizado o salário estudantil é legalizada, Lei da Reforma Universitária; Implantação da Pós Graduação e o Movimento Brasileiro de Alfabetização (MOBRAL) foram  criados.

 (1988  até os dias atuais) O  direito da obrigatoriedade escolar aliado ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), Nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação lei (9394 96 de dezembro de 1996), Avaliação do Ensino Básico, Fundo de Manutenção do Desenvolvimento do Ensino Fundamental FUNDEF, substituído  10 anos depois pelo FUNDEB (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica  e Valorização dos Profissionais da Educação), instituído o Enem, criação do Fies, Enade e ProUni,  apesar do pouco investimento na educação, vários programas educacionais foram criados.

Politicas Educacionais



A Política é a ciência onde o Estado e a Nação trata determinados assuntos como: decisões, planos, metas, ações, qualidade no atendimento de interesse público. Conjunto de “regras ou normas"  sejam elas: educacional, segurança, habitacional, ambiental, etc.
Os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário são mobilizados pelos grupos organizados da sociedade em prol da qualidade do atendimento público.
Neste segmento, as Politicas Públicas se ramificam em: distributivas, redistributivas e regulatórias podendo atuar na área industrial, agrícola, educacional, institucional, agrícola e da assistência social..
A Saúde e a Educação são direitos universais de todos os brasileiros, direitos que são instituídos na Constituição Federal do Brasil, onde estabelece o Plano Nacional de Educação. Referenciais estes que se fazem presente por meio da Legislação Educacional. As Politicas Educacionais constroem-se n interesse do bem comum entre forças sócias, articuladas entre objetivos e decisões que envolvem indivíduos e grupos institucionais.

Ética no processo educacional


Um estudo reflexivo sobre os: costumes, ações humanas e comportamentais.
 A partir das relações coletivas das sociedades, onde nascem e vivem. Definida como “teoria” a ética visa explicar, compreender, justificar e criticar as morais da sociedade, enquanto que a moral segue na sua  normativa.
Valores: pessoais, organizacionais, terminais, geracionais e  instrumentais. Os  valores humanos determinam nossas prioridades, assim como as características dos profissionais
éticos: honestidade, sigilo, coragem ,humildade, justiça, integridade, responsabilidade, colaboração e educação fatores primordiais  para se criar um ambiente produtivo, harmonioso, respeitoso de confiabilidade entre os funcionários e seus gestores.

Aspectos da cultura de conduta ética – Ética como valor, Código de Conduta Ética, Capacitação Sistema de apuração e punição e aprimoramento do Código. O Papel da Escola é promover o dialogo, priorizando o convívio escolar onde o respeito mútuo, justiça, diálogo e solidariedade façam parte do cotidiano.

Conclusão
Brasil, um país “devedor” da “educação” do seu povo. Um país que  historicamente,  apresenta deficiência em todas as áreas de ensino e que tem o objetivo de até 2021 se “igualar” aos países desenvolvidos nesta área; segundo o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) que analisa através da: Provinha Brasil, ENEM do Ensino Médio, PROUNI e Provão ENADE (universitário) seu desempenho. Enquanto isso o IDEB - Índice de desenvolvimento da educação  básica indicador da aprendizagem, monitora esse desempenho. Ao Profissional da Educação cabe,  assegurar o domínio científico e profissional, aprimorar, lapidar, motivar, se desafiar cotidianamente, repensando á aprendizagem instigando o trabalho em equipe. Conhecendo o  universo cultural e de conhecimentos dos alunos e desenvolver, com base nele, processos de ensino e aprendizagem interativos e participativos. Não existe mais espaço para seguirmos sem um novo olhar, sem uma real parceria, que vislumbre uma educação que: motive,  entusiasme , desperte   e traga a tona um leque de  novas oportunidades para “todos”. Humanizar com respeito a diversidade e a cultura; só vem a enriquecer e motivar comportamentos produtivos  e prazerosos, estabelecidos neste processo educacional  em comum acordo.
Valorizar os Profissionais da Educação mostra o caráter moral  da bancada  politica de um  país.  Mostra; sabedoria, humanismo, engajamento, atitude, ética,  boa vontade e competência em sua postura administrativa.
A imensa necessidade de um Sistema Educacional  Nacional que  estabeleça  a diminuição das desigualdades são  muitas.
Não se constrói a qualificação da educação de um país sem um investimento digno e coerente, sem a construção de uma proposta  coletiva que  contribua com suas discussões e estratégias para que cheguemos a  universalização do ensino e a valorização de professores e profissionais de educação. Responsabilidade essa que é de todos nós.

                                                                                                             Silvia Rossine